
" Quando o coração da gente transborda, ele sai pela boca em forma de histórias. " ditado etíope
quarta-feira, 16 de julho de 2014
quinta-feira, 24 de abril de 2014
Curso de Pós-Graduação Lato Sensu - Abordagens poética, literária e performática
e
APRESENTAM:
PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU – PROCESSO SELETIVO 2014
A ARTE DE CONTAR HISTÓRIAS
[Abordagens poética, literária e performática]
Coordenação: Prof. Ms. Giuliano Tierno de Siqueira e Prof. Ms. Letícia Liesenfeld
Carga horária total: 440 horas.
Duração: 24 meses.
Aulas semanais presenciais: Quartas-feiras (exceto feriados)
Seminários semestrais: 2 (dois) sábados por semestre, totalizando 8 (oito) ao longo do curso.
Horário das aulas presenciais: das 19h30 às 22h30
Local das aulas:Educatho – Rua Eduardo Amaro, 250 – Paraíso – São Paulo/SP (ao lado da estação Paraíso do Metrô).
Conteúdo Programático:
- Fundamentos da Arte de Contar Histórias;
- A poética e a retórica corporal do contador de histórias;
- A narrativa em cena;
- A corporeidade da palavra e a tatilidade do dizer do corpo;
- Retórica e poética dos Objetos na narração oral;
- Laboratório de Canções;
- Laboratório de Voz;
- O livro infantil na narração oral;
- Seminários: Intercâmbio de experiências territoriais da renovação do conto no cenário contemporâneo;
- Contos Tradicionais do Brasil;
- Contos Tradicionais da Grécia Antiga;
- Contos Tradicionais da América Latina;
- Contos Tradicionais da Europa;
- Contos Tradicionais das Áfricas;
- Contos contemporâneos;
- O livro, o silêncio e a textualidade do Contador de Histórias;
- Uma comparação do Mito nas sociedades tradicionais e rurais e nas sociedade urbanas contemporâneas;
- Performances Narrativas: o corpo, o objeto e o texto;
- Performances Narrativas II: a presença, a audiência e a palavra pública;
- Metodologia da Pesquisa Científica;
- TCC – Trabalho de Conclusão de Curso.
Processo Seletivo de 01 de maio a 30 de junho de 2014
O Edital de Seleção será lançado neste blog em 30/04
INFORMAÇÕES
www.contarhistorias-pos.blogspot.com
11– 2338-2206 – 11 - 2338-2207
www.contarhistorias-pos.blogspot.com
11– 2338-2206 – 11 - 2338-2207
INSCRIÇÕES
e-mail: contarhistorias.pos@gmail.com
terça-feira, 15 de abril de 2014
Diário de Bordo!
Domingo fui substituir minha querida amiga
Vanessa Meriqui em uma contação de histórias na
Livraria Nobel, do Shopping Square Open Mall, na Granja Vianna e fui agraciada
com inúmeros presentes.
Logo
que cheguei no espaço da apresentação, vi que só havia adultos; pais e avós e
pouquíssimas crianças bem pequenas.
Optei por iniciar contando Carne de Língua que a mulherada adora. E logo
as vi se acenderem e os olhares para os maridos constrangidos iniciarem.
Resolvi contar o Grande Rabanete mas como não havia crianças suficiente para
fazer os personagens eu disse que ia apenas contar, quando para minha surpresa,
uma senhora levantou e disse: Não, vamos ajudar também... eu era o vovô, ela a
vovó e logo a mulherada veio fazer os outros personagens da história, até uma
vovózinha foi com sua netinha e logo, todos que estávamos “na” história
cantando a musiquinha do “puxa que puxa e nada de sair da terra”... começamos a
chamar atenção. Dali a pouco todos os clientes e funcionários da livraria
estavam olhando para aquele bando de mulheres cantando e dançando a história.
Gente, foi o MÁXIMO!!
Como
na plateia havia homens também, contei a história do macaquinho e não é que
aquela senhora que puxou todas as outras para a brincadeira começou a chorar
copiosamente e quando eu acabei a história ela levantou e me deu um forte
abraço agradecendo pelas histórias... quando eu passei o PIM para finalizar a
sessão e mandar as histórias de volta para onde elas vieram e antes ainda as
histórias através dos nossos pensamentos passariam em todos os lugares onde há
crianças tristes (hospitais, abrigos, orfanatos, ruas, lugares onde há guerras
e calamidades), o filho daquela senhora tocou e disse: Nossaaaaa, as histórias
todas ganharam vida! Elas estão todas aqui... eu quase chorei. Que sessão
abençoada!
Mas
quem disse que consegui ir embora, as famílias começaram a chegar pedindo histórias... acabei fazendo 1:30 de
sessão no 0800.
Contar
histórias é realmente um ofício lindo, nunca sabemos a dimensão daquilo que
estamos contando para quem está nos ouvindo... mas aquelas pessoas naquele
domingo, saíram de lá transformadas, e eu também. Missão cumprida.
Me Encontrei no Encontro do Boca do Céu 2012!
Meu momento inesquecível “com” o Boca do Céu, será inesquecível por toda a minha vida e compartilho com vocês:
Em 2010 iniciei meus estudos na arte narrativa quando fui selecionada para o curso da Biblioteca Hans C. Andersen, naquela época as coisas ainda não faziam muito sentido pra mim. O como, o porque, o onde, a função dos contos, das histórias, o ofício... enfim... mas com o decorrer do tempo e entendendo o quanto eu havia desperdiçado a oportunidade de curtir ao máximo o Boca do Céu de 2010, resolvi não perder tempo. Busquei muitos cursos, livros, assisti várias pessoas se desenvolvendo nesta arte e comecei a me preparar para o Boca do Céu de 2012. Entrava no site todas as manhãs. Queria ser logo a primeira a fazer minha inscrição e dessa vez estava determinada a não perder nadinha.
O evento estava programado para Maio e assim, como eu não tinha férias vencidas fiquei pensando em maneiras para conseguir me ausentar da empresa por uma semana inteira.
Eu estava em um relacionamento amoroso já há alguns anos mas casar, não era um sonho. Não naquele momento. Meu namorado as vezes tocava no assunto, via papéis, pressionava, mas não levávamos em frente.... não até eu descobrir que a licença para casamento era de 9 dias, ai me animei. Falei com ele que agora queria me casar e ele topou na hora. Íamos casar somente no cartório (pois o que eu precisava era do documento para minha licença).
Queria me casar numa quinta-feira, assim ficaria com ele até o domingo e na segunda começaria o Boca do Céu e daria tudo certo! Ele procurou um cartório que fizesse casamento no dia da semana que eu escolhi, entrou com a papelada e pedi minha licença.
Até ai tudo lindo..., até eu entrar no site e ver com meus próprios olhos que o evento simplesmente havia sido transferido para Setembro. Fiquei chocada. Meu mundo caiu. Não sabia o que fazer, já havia comunicado a família, a empresa e agora??
No mesmo dia, com jeitinho avisei meu namorado que não precisávamos nos casar com tanta "pressa" (10 anos de relacionamento), pois o evento havia mudado e pra quem esperou tanto o que eram mais alguns meses? Afinal seria muito bom, assim podíamos fazer uma cerimônia, uma recepção ... Enfim, que legal que teríamos mais tempo para os preparativos...
Gente, ele ficou indignado e furioso comigo : - Se for pra não casar agora a gente se separa!
Ai não teve jeito. Casei.
Até porque a probabilidade de encontrar outro pretendente até Setembro era quase nula.
Mas... e quando "entrar Setembro e a boa nova entrar nos campos" ... na cidade, na Oficina Cultural Oswald de Andrade onde eu estarei ?? Essa era a pergunta que me inquietava. Onde eu trabalhava esse bendito mês era o grande pico e mesmo com um banco de horas vastíssimo que eu conquistei, ainda assim a empresa não permitiria que ninguém se ausentasse. Isso nunca!
Fiz minha inscrição e aguardei . De repente novamente vi todos os meus sonhos, planejamento, expectativas caírem por terra. Não fui selecionada para nada do que me inscrevi. Simples assim.
Mas vocês lembram que eu disse lá atrás que estava determinada a não perder a oportunidade?? pois é, não estava mesmo. Mandei vários e-mails para a organização e nada, nem fila de espera... Ai tive que decidir, trabalhar ou não na segunda-feira ou arriscar ir ao Boca do Céu e ficar do lado de fora?
Arrisquei! Cedinho estava na porta do Ludovic Souliman e no meu bom português e na certeza de que o corpo fala, usei muitas mímicas, implorei para ele me deixar entrar, falei com algumas pessoas da organização dentre elas a Fernanda, a Diana, até que ele, Ludovic permitiu que algumas pessoas entrassem e não desperdiçassem a oportunidade.
Agora vocês devem estar se perguntando do meu emprego e do meu casamento né? Pois bem, me casei em Maio mesmo (não teve jeito), faltei uma semana no trabalho consciente que já estava desempregada e em Dezembro, fizemos a festa de casamento, no dia 20/12/12 na igreja, com vestido de noiva e tudo que tinha direito.
E escolhi essa data (novamente uma quinta-feira) pois no dia seguinte a previsão era do mundo acabar.... como vocês perceberam também, o mundo não acabou, continuamos casados e eu já fiz minhas inscrições para o Boca do Céu 2014. Já estou com o coração a 1000, pensando, será que desta vez eu serei selecionada? Será que terei que implorar novamente na porta da Clare Murphy e da Nathalie Bentolila? Será que novamente vou perder outro trabalho?
Bem, eu já estou negociando esses dias na certeza de conseguir participar e na esperança de não perder esse trabalho. Torcam por mim e até dia 12/05/2014!
sexta-feira, 4 de abril de 2014
Oficina Cultural Amácio Mazzaropi
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SÃO PAULO, 02/04/2014
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quinta-feira, 20 de março de 2014
20 de Março, dia Internacional do Contador de Histórias e da Felicidade - Início do ano novo astrológico!
O homem que contava histórias - tradição judaica
Era uma vez um homem que, cansado de ver as pessoas de sua cidade sempre tensas, angustiadas e tristes, resolveu fazer algo por elas.
Como sabia de cor lindas histórias, sentou-se num banquinho no meio da praça e pôs-se a contar...
... e assim o contador de histórias passava seus dias...
Era uma vez um homem que, cansado de ver as pessoas de sua cidade sempre tensas, angustiadas e tristes, resolveu fazer algo por elas.
Como sabia de cor lindas histórias, sentou-se num banquinho no meio da praça e pôs-se a contar...
... e assim o contador de histórias passava seus dias...
A princípio, algumas pessoas paravam para ouví-lo, curiosas.
Mas só ficavam um pouquinho, pois tinham muita pressa, seu tempo era tão curto!
Mesmo assim, o homem não desistia: todos os dias, punha o seu banquinho na praça e contava suas histórias repletas de fantasia.
O tempo passou...
Um dia, o contador de histórias narrava, para uma plateia inexistente, uma maravilhosa fábula, quando um garotinho, puxando-o pela manga, interrompeu-o:
- Ei tio! Será que você não percebeu que não tem ninguém ouvindo? Por que insiste em contar essas histórias?
Então, o sábio homem respondeu:
- Olhe, meu filho, antes eu contava histórias pensando em mudar o mundo; hoje, eu conto histórias para que o mundo não me mude...
sábado, 22 de fevereiro de 2014
Curso de teatro na FFLCH-USP
Promovido pelo Núcleo de Estudos de Teatro Décio de Almeida Prado, do Centro Ángel Rama, o curso "Teatro e Resistência: Dramaturgia dos Anos de Chumbo - Panorama Histórico 1968-1979 (Módulo III)" será ministrado pela Profa. Dra. Maria Sílvia Betti (Departamento de Letras Modernas), às segundas-feiras, a partir do dia 10 de março, das 18h30 às 21h, na sala 172 do Prédio de Letras (Av. Prof. Luciano Gualberto, 403, Cidade Universitária, São Paulo).
O curso é isento de taxas e as inscrições estarão abertas até o dia 7 de março, ou enquanto houver vagas. Os interessados devem enviar mensagem com nome completo para carama@usp.br
(Observação: alunos que não cursaram os dois módulos anteriores também poderão matricular-se).
Início: 10/3/2014
Término: 30/6/2014
Público-alvo: alunos de graduação e pós, professores e alunos das redes públicas de ensino, membros da comunidade USP e interessados em geral.
Certificados de participação serão concedidos mediante a frequência mínima de 85% às aulas.
Objetivos: Introduzir, contextualizar e discutir as formas pelas quais a dramaturgia brasileira do período compreendido entre 1968 e 1979 representou as perspectivas de luta contra a ditadura militar.
Serviço de Comunicação Social da FFLCH-USP
TELS: 0055 XX (11) 3091.4612/4938/1513
Rua do Lago, 717, sala 121 - Prédio da Administração
CEP 05508-900 - São Paulo/SP
Site: http://comunicacao.fflch.usp.br/
Twitter: @fflch_usp
Entre na Roda e espere o próximo!
Mediar leituras, formar leitores
Realizadas totalmente a distância, as oficinas
on-line são uma sequência de atividades sobre a metodologia de mediação de
leitura do Projeto Entre na Roda. Dirigidas a educadores,
bibliotecários e demais interessados no tema, as atividades oferecem
informações, dicas práticas e possibilidades de ampliação do conhecimento, além
de ser uma oportunidade de aprofundar o letramento digital dos
participantes.
As Oficinas On-line do Entre na Roda têm duração de 8 semanas e as turmas contam com o apoio de uma moderadora, que é formadora na área de leitura e escrita.

As Oficinas On-line do Entre na Roda têm duração de 8 semanas e as turmas contam com o apoio de uma moderadora, que é formadora na área de leitura e escrita.
As inscrições para participação nas oficinas,
abertas hoje, quinta-feira (20.02), já estão encerradas.
Serão realizadas duas turmas com 50 vagas cada. O
início das oficinas será no dia 05 de março.
Para conhecer o programa e os temas que serão
trabalhados, clique
aqui.
A incrível exposição ‘Grimm Agreste’, no Sesc Interlagos, eu vou. Vamos??
A incrível exposição ‘Grimm Agreste’, no Sesc Interlagos
Os 156 contos originais escritos pelos irmãos Grimm entre 1812 e 1815 desembarcaram nesta sexta-feira, 21, no Sesc Interlagos, na zona sul de São Paulo, na exposição Grimm Agreste. São instalações, xilogravuras, textos, vídeos, áudios e centenas de objetos que dialogam com as histórias eternizadas pelos alemães.
O ponto de partida para a exposição foi o livro Contos Maravilhosos Infantis e Domésticos, publicado em 2012 pela editora Cosac Naify. Trata-se da primeira tradução para o português da obra original. Em dois volumes, o leitor descobre o quão adocicadas foram sendo as histórias ao longo do tempo. Uma Rapunzel grávida de gêmeos e uma Branca de Neve que faz sua madrasta dançar com sapatos de brasa são apenas alguns exemplos.
As ilustrações foram feitas pelo cordelista J. Borges, que criou xilogravuras que conversam com os contos – a imagem que abre este post é dos originais. Da relação entre os irmãos Grimm e o agreste nasceu a exposição recém-inaugurada em São Paulo, tema da reportagem que fiz para o Caderno 2 deste sábado, 22.
Sim, o Sesc Interlagos fica distante da região central, mas vale, sim, o deslocamento. Separe duas horas e mergulhe com calma neste mundo fantástico, construído em seis espaços. Nas imagens abaixo dá para ter uma ideia!
E o vídeo que o fotógrafo Tiago Queiroz, do Estadão, fez:
Na abertura da exposição foram distribuídos folhetos de cordel escritos por J. Borges. Neles, o cordelista e o xilogravurista fala, em versos, sobre Grimm, seu trabalho e o evento. Aos 79 anos, Borges se envolveu a distância com a exposição e não pode vir para São Paulo por causa de uma cirurgia recente.
“Como poeta faço parte
do evento Grimm Agreste
eu fiz as ilustrações
aqui mesmo no Nordeste
foi difícil mas eu fiz
e assim passei no teste.”
Ficha técnica da exposiçãoProdução e concepção: Rachel Brumana
Curadoria: Alvise Camozzi, Christine Röhrig e William Zarella
Diretor musical e compositor: Daniel Maia
Direção, cenografia e expografia: William Zarella Jr.
Roteirista da exposição: Alvise Camozzi
Serviço
De 21 de fevereiro a 31 de agosto
De quarta a domingo, incluindo feriados, das 10h às 16h30
Av. Manuel Alves Soares, 1.100, Parque Colonial
Ingressos para o Sesc: De R$ 1 a R$ 7
De 21 de fevereiro a 31 de agosto
De quarta a domingo, incluindo feriados, das 10h às 16h30
Av. Manuel Alves Soares, 1.100, Parque Colonial
Ingressos para o Sesc: De R$ 1 a R$ 7
segunda-feira, 17 de fevereiro de 2014
Curso com Gislayne Matos - A poética na arte do contador de histórias
15 de março às 10:00 até 30 de março às 13:00
| Rua Tonelero,912 |
A POÉTICA NA ARTE DO CONTADOR DE HISTÓRIAS
Ministrante: Gislayne Matos 20 HORAS – DOIS MÓDULOS DE 10 HORAS... Inscrições Abertas “O principal requisito no processo criador do contador de histórias é sua capacidade para criar o texto diante de seus ouvintes”. A arte de contar histórias envolve três elementos numa relação dinâmica: o contador; o conto e o ouvinte. O contador deve se preparar e preparar o conto para oferecê-lo ao ouvinte, que por sua vez, deverá ser preparado para recebê-lo. Apoiando-se nesses elementos o ateliê é dividido em dois módulos, cada um deles com duração de 10 horas. MÓDULO I: O CONTADOR-ARTESÃO A modalidade de comunicação própria a esta linguagem artística é a oralidade, em cujo âmago está a intenção de comunicar. Neste módulo trabalharemos, portanto, sobre a comunicação oral e os recursos estéticos que podem torná-la prazerosa o bastante para implicar e envolver o ouvinte. Voz e gestos são responsáveis pela transmissão da mensagem. A gestualidade deve ser uma extensão da palavra falada. Objetivos: Aprimorar a comunicação oral conhecendo os diferentes tipos de discursos; Ampliar a consciência corporal descobrindo novas formas de expressão e ritmos gestuais; Conhecer os recursos expressivos da voz, tais como: ritmo, entonação, interpretação; Experimentar-se no processo de criação espontânea do texto oral. MÓDULO II: O CONTADOR-POETA A “palavra” encanta quando nela há “presença”, quando é genuína, pois construída com a própria experiência, essa matéria prima única com a qual se tecem as histórias. O eco ao contrário é a reprodução do discurso alheio, resultado da falta de conexão com as próprias experiências, como geradoras da “presença”. Neste módulo o desafio é construir um discurso genuíno, capaz de encantar pela força de sua autenticidade. Objetivos: Pesquisar as habilidades e talentos pessoais e colocá-los a serviço da arte de contar; Trabalhar sobre as próprias intenções; Utilizar-se da memória sensorial, reminiscências, símbolos, histórias vividas e ouvidas, reflexões filosóficas, aprendizagens advindas da relação com o outro, elementos subjetivos, enfim, tudo aquilo que resulta da experiência pessoal, para dar forma ao texto que se cria. Período de Realização Módulo I: - 15 de março, sábado das 10:00 às 18:00 horas - 16 de março domingo das 10:00 às 13:00 horas Período de Realização Módulo II: - 29 de março, sábado das 10:00 às 18:00 horas - 30 de março, domingo das 10:00 às 13:00 horas Investimento: Módulo I: R$ 250,00 Módulo II: R$ 250,00 As pessoas que fizerem dos dois módulos terão desconto de 10% e poderão dividir em até 3 vezes. Forma de inscrição: Enviar e-mail para: contatomeninasdoconto@gmai - Local: Casa da História- R. Tonelero, 912, Vila Ipojuca, São Paulo - SP Mais informações: 3868-4598 / 3803-9113 – Rosi/Regiane |
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